VADIA & CORRETA

Vadia & Correta - Tentando encontrar um desequilíbrio sustentável



Sexta-feira, Maio 28, 2004

CORRETA - A cachorrinha da vizinha do Rui

Quando me inclinei para tocar seu pêlo, ela se encolheu apoiada na parede do prédio.
A luz do sol de inverno europeu iluminou seus olhos tristes, mas o rabo não parava de balançar, fazendo o corpo inteiro sacudir.
Queria ser tocada, mas notei que também tremia. Era medo.

Começou a rosnar e eu recuei. Com cuidado, fui chegando perto de novo.
O rabo voltou a abanar e finalmente quando cocei sua cabeça ela colocou as quatro patas para cima e me deu sua barriga para acarinhar.

Quando me ergui para seguir meu caminho, ela veio me acompanhando, pulando agradecida pela festinha que tinha lhe feito.

Latiu algumas vezes e de repente parou, muito quieta me olhou com os olhos tristes, como se dissesse: "Como é bom o seu carinho! Já apanhei tanto...... Vê se não some."

postado por: DANIELA DOMINGUES 5:08 PM


Segunda-feira, Maio 24, 2004

CORRETA - Momento piegas, all by myself.

Eu sou do tipo de pessoa que não consegue manter a concentração no baixo astral.
Ela [a concentração no baixo astral] vai embora rapidinho, distraída por qualquer malabarista de semáfaro, com qualquer sorriso de criança, com os Harry Potter, com o LFV.

Mas a última semana custou a passar sabe? Os caras ficavam lá atirando fogo, jogando bolinhas, a criançada passava e chamava de tia... [tá bem, tia acaba com qualquer humor] e a tal concentração tava lá. Empacada num "lance down de ser".

Tristeza acumulada. Dor acumulada. Fortaleza demais, acumulada.

A minha segunda-feira teve o peso de um 30 de Abril [prazo final de entrega de declaração de imposto de renda] para um contador relapso. Pesadíssima!

Mas eu tenho a sorte de ter amigos, de nunca ter ficado realmente sozinha.
[Embora tenha ficado realmente sozinha, mas isso não deve ser mal.]
Sempre digo que devemos viver tudo plenamente. Gozo ou dor. Nunca tive medo de viver.
Na semana passada, sim.

Há mais ou menos 10 meses, numa época complicada, conheci uma menina.
Com duas semanas de amizade ela já me socorria.

Meu ex-namorado estava saindo de casa. E ela tava lá na porta do meu prédio, esperando para me levar para o meio da família dela [um bando de dementes!], para eu não sentir tanto aquela cena.

Dez minutos depois de entrarmos no carro dela, nos contorcíamos de rir. Ela falou alguma besteira e eu, que esperava estar me debulhando em lágrimas sofridas, estava chorando de rir.
Quando eu disse para ela, mexicanamente "VOCÊ NÃO ME DEIXA VIVER A PLENITUDE DOS MEUS SENTIMENTOS!!!!!!", a criatura teve um ataque.

A frase pegou. E ela passou a frase para frente. E algumas pessoas repetem a frase como se fosse dela.
E no início, eu falava: Essa patente é minha!!!!
[Mas "Você acaba com a ternura do momento" continua sendo MINHA!]

Nada.Mentira.

É nossa a patente. Porque a frase só surgiu com as palhaçadas dela.

Naquela noite [a do primeiro resgate] eu me assutei. Achei que devia estar sofrendo demais, mas estava rindo, aliviada. Comentei com ela que eu me sentia culpada de não estar chorando, afinal, era a história de um casal que estava terminando, e deveria ser triste [de preferência muito, muito melodramático] o fim.

[E ela completou que achava natural eu estar bem, afinal, já tinha chorado demais.]

Mas ela me deixou à vontade para viver aquele recomeço, aliviada ou sofrendo.

E eu fiquei impressionada com o poder de cura que a amizade dela tem.

Na verdade, não foi só ela ao meu lado. Como disse, tenho a sorte de ter amigos.
Mas naquele dia ela conseguiu fazer algo detonar e abrir uma portinha que tava fechada, que não deixava nem um pouquinho de luz entrar.

Na quarta-feira passada, eu apenas não queria sair do serviço direto para casa. Combinei de sair com ela, mas tinha a certeza que meu baixo astral não ia passar tão fácil.

Não passou. Coisa acumulada, lembram?

Mas ela foi lá e já detonou algo de novo. A portinha começa e deixar passar uma fresta de luz.

E a presença dessa menina continua com o mesmo poder de cura.

E foi ela quem me disse a primeira vez a frase da qual me apoderei e passo para meus outros amigos [porque amigos são assim, se emprestam, emprestam suas coisas, seus ombros, sentimentos e gargalhadas]: "A capacidade de amar é tua. Não vai embora com o outro."
[Sim, MENINO-QUE-QUIS-TER-NOS-MEUS-BRAÇOS , usei frase que não era minha. Mas é...]

Terminamos a noite voltando do Karaokê, no busão chacoalhando a gente, e a gente achando isso o programa mais divertido do planeta.

As duas. Crise histérica de risos, de novo.

A cada vez que ela me resgata, lembro-me de cada amigo especial que tenho. Alguns de muito mais tempo que ela. Outros mais recentes que ela.

Ela canta Silent Lucidity [Queensryche] de maneira muito bonitinha [é, meiguinho assim!]. E eu ouvi a letra da música e fiquei com vontade de cantar para um amigo novo [ainda vou falar dele também], que também andou/anda tristinho. Fiquei com uma vontade doida de socorrê-lo também.

Coisa parecida com A Corrente do Bem. [rs]

E acho que isso deve ser energia, né? [começou o delírio] Ela me passou energia e eu quis passar para ele....[noooossa!]

Bom, resumindo...eu acho que todo mundo devia ter uma amiga assim: que não deixa a gente viver a plenitude dos nossos sentimentos [os ruins, obviamente].

A Pri sabe que falo dela.

Para todos os outros meus amigos [desta época, de épocas passadas ou de todas épocas /apenas virtuais/ que estão longe ou pertinho] vocês estão também incluídos nos meus sentimentos bons e de salvação.

postado por: DANIELA DOMINGUES 12:52 PM


Quinta-feira, Maio 20, 2004

VADIA: Método prático para você que quer atingir seu I.M.C. ideal

Para quem não sabe, o IMC é um número que os médicos usam para saber se uma pessoa está com um peso saudável (compatível com sua altura) ou se acima ou abaixo do ideal.

O ideal é você ter o IMC entre 20 e 25. Para saber qual o seu IMC, basta você calcular o seu peso dividido pela sua altura (incluindo centímeros) elevada ao quadrado.

Bom, isso tudo para dizer que eu encontrei uma maneira muito fácil para você, que quer atingir um nível de I.M.C. "saudável".

Para o caso das pessoas que querem AUMENTAR seu IMC, ou seja, querem parecer MAIS GORDINHAS, basta encolherem as pernas.

Para aquelas que querem DIMINUIR seu IMC , que é o meu caso e da maioria da população feminina, é só começar a usar saltos. [já comecei a usar meus saltos XV]

Pronto. Pode comer de tudo, continuar se empanturrando da maneira que quiser. Vai lá e verifica se o seu IMC não diminuiu.

postado por: DANIELA DOMINGUES 2:25 PM


Quarta-feira, Maio 12, 2004

VADIA - Falando de vadiagem enquanto serviço

Outro dia, estava conversando com um amigo e sei lá porque o assunto caiu em preços de programas, os sexuais.

Primeiro, eu fiquei realmente besta de saber que um boquete é mais barato que o sexo vaginal [nossa....sexo vaginal! Nem dá vontade de fazer, né?]. Fiquei assustada porque, no sexo não pago, geralmente , quando a guria faz uma "massagem com complemento oral", quer dizer que ela está se entregando mais. Sendo mais safadinha.Não é assim?
[Me informem se eu estiver errada, please]

Ou será que eu, com quase 29 anos[dado importante! meu aniversário está chegando, presentes!!], tenho conceitos totalmente equivocados sobre isso?

Se uma menina quiser se fazer de difícil [isso ainda existe?], ela deve liberar a boca primeiro e a vulva [argh!] só depois? É isso?

O segundo passo foi questionar sobre o preço que cobram os gatoros de programa, e descobri que os meninos cobram mais que as meninas. Pelo menos cobram mais quando o programa vai ser contratado por mulheres[os programas homo, não sei].

Mas não é um absurdo?!

Já não bastasse esse tipo de serviço não ser nem comentado entre as mulheres porque "pega mal", o que já mostra a desigualdade que vem de loonnnge, ainda há desigualdade no preço?!

[aliás, o que você acha pior, pegar mal ou não pegar nada?hehehehe]

Lei da oferta e da procura né? Material em falta custa mais. Ô vida!

Já viram escrito em algum letreiro em neon por aí "Relax-for-women" ou "Drinks - only for women" ?

Ó. Sinceramente... até pensei em abrir uma casa de massagem para mulheres. Sim. Será que ganharia dinheiro?

[Eu tinha colocado no status do meu MSN algo como "Porra! De homem é o dobro!", e depois de explicar para alguns do que se tratava o status, ouvi coisas como "Porque isso? Você está procurando?" E daí eu pergunto: O fato de um dia eu dizer que a Malu Mader não precisava ser tão charmosa ou que a Juliana Paes não precisava ser tão gostosa, faz de mim uma lésbica? Gente obtusa!]

Ia ser engraçado se as coisas começassem a mudar nesse sentido.
Mulheres reunidas num bar para tomar uns drinks e contando para as amigas sobre a massagem tailandesa que o moreninho novo [lá do "The right touch - only for women"] faz.
Mulheres marcando reuniões na hora do almoço, saindo em grupos e voltando com hora e meia de atraso, todas com carinhas alegres e relaxadas.

Hein? Hein?

[Para os meninos que não gostam de deixar suas gurias irem a um show nos "Clubes das Mulheres", podem deixar. Eu já fui, e nem deixam a gente passar a mão nos caras. E dizem que a maioria deles é concorrente.]
...

VADIA - Dica para você, viajante.

Outra que eu desconhecia.

Sabia que os hotéis oferecem catálogos de acompanhantes?
Esta fiquei sabendo através de uma amiga que foi guia.
Eu não sabia. E TEM PARA MULHERES TAMBÉM.
Só avisando, caso alguém se interesse.

postado por: DANIELA DOMINGUES 2:15 PM


Sexta-feira, Maio 07, 2004

VADIA - Toda Vadia pode ser também Correta

O que as mulheres querem?

[Primeiro post com título e subtítulo, em resposta a Mr. Gaudz e ao Doutor]

- Alô?
[Ela atende com aquela voz melosa, lânguida]
- Oi... tava ansiosa esperando você ligar.
[Aquela voz que toda mulher, pelo menos um dia na vida, já ouviu: voz de cafajeste]
- Está gostosinha hoje, hein?
- Passei aquele creme no corpo, aquele que tem o cheiro que você gosta.
- Hum... a única coisa ruim é o gosto. Tou com vontade de passar minha língua pelo teu corpo todo.
- Ah...E eu quero ver se essa língua vai dar conta de mim, todinha... quero ficar babada de você!
- Safada!
- Você gosta?
- Adoro, adoro você safada! Minha vida sem você... trabalho, filhos, rotina.... Preciso te ver hoje!
- Mas hoje? Não vai dar certo! Sei que seus horários hoje são apertados.
- Dou um jeito. Saio uns minutos mais cedo... mas preciso, preciso te ver, te tocar.
Ai... só de pensar já fico com tesão. Você não tem idéia de como ele está!
- Sua língua nem está aqui e eu já estou molhada.
- Daquele jeito que eu gosto?
- Muito molhada!
- Ai....Vamos dar um jeito. Me encontra lá no nosso canto às 18:30?
- Mas hoje não é dia de você pegar os filhos na escola?
- Dou um jeito, chamo uma baby sitter dessas de última hora. Você consegue algum número aí?
- Não, nunca precisei usar esse serviço... [rindo]
- Me ajuda, quero muito te ver. Saudade do teu corpo...
- Vão acabar desconfiando.
- Eles que desconfiem! Não abro mão de fazer amor...não! De fazer sexo... Não! De trepar muito, muito com você hoje!
- Vou preparar uma surpresa...
- Isso, gostosa! Passa lá na nossa loja... fala com o companheiro lá, traz uns brinquedinhos, depois passo lá e pago.
- Uns brinquedinhos é?
- É sim! E o gel, aquele de eucalipto.
- Nossa! Tá animado!
- Você não viu nada! Também vou levar minha surpresa!
- Hum.....Hoje você sai todo arranhado!
- Ai, gata...pára que tá me deixando louco. Às 18:30 lá então?
- OK. Mas e o porteiro? Ele pode dar com a língua nos dentes.
- Dou um incentivo para ele. Ele vai ficar quieto.
- 18:30h.

Encontraram-se no quarto só deles. Os apartamentos vizinhos, silenciosos, prestavam atenção aos detalhes.
Lambuzaram-se, arranharam-se, fizeram de todos os jeitos.
Ela uivou de prazer, como há muito não fazia. Ele delirou quando ela colocou a fantasia de colegial.
Subiram no teto, dependuraram-se no lustre. Ela estava exausta, mas queria mais.

Ele esmagou o corpo dela, usando o seu, de frente para a parede branca. No seu ouvido, o dela, sussurrou baixarias enquanto puxava seus cabelos. Ela ria, entregue.

Vadia, cem por cento.

Exaustos, caíram na cama.
- Quero te ter mais vezes...
- Só depende de você.
- Você sabe que não é assim. As coisas não são assim tão fáceis.
- Eu compreendo.
- Compreende?
- Sim, quando me meti nisso com você, já sabia o que me esperava.
- Ah... você não existe!
- Existo sim, estou aqui!
- Da próxima vez, eu que vou realizar as suas... Hoje você arrasou, minha colegial!
- Tá dizendo que...
- Você ainda tem vontade?
- Ai, que vergonha! Mas sim, tenho!
- Vou providenciar o chicote então.
- Eu te amo.
- Você sabe, eu também.

Enroscados um no outro, acordaram do cochilo com o barulho da porta.

- Ahhh Não! Conheço essas vozes!
- E agora?
- Agora vão descobrir que os enganamos.
- Tem de haver um jeito.
- Vão querer detalhes! Nunca mais vamos poder fugir do expediente mais cedo. Vão ficar nos vigiando! Já sinto saudades!
- Calma. Vou arrumar uma desculpa para eles. Digo que você estava doente e...
- São espertos demais.
- Entra debaixo do chuveiro, vai tomando um banho...

Quando ele chegou na sala, a baby sitter contratada explicava, nervosa, que as crianças começaram a berrar no carro quando ela propôs mais uma volta no shopping.

As crianças, por sua vez, quando viram o pai e perceberam que ele estava em casa havia muito tempo e que não tinha ido buscá-las no colégio, desconfiaram. Correram, invadiram a suíte e ficaram de queixo caído quando a viram no banheiro.

- Traidores! Descarados! Como puderam ter coragem?
- Tenham calma, nós...
- Calma uma ova! A gente pensando que o papai estava numa reunião importante, e vocês aqui...que nojo! [o menino era o que mais berrava]
Ela olhou exausta para o amante na porta do quarto. Ele sorriu, parecendo não ouvir os gritos indignados dos filhos.

Ela acabou de se vestir. A cabeça zunia com as vozes do casal infantil.

Ele pagou a baby sitter, não queria que ela presenciasse as discussões.
A baby sitter saiu da casa pisando forte. Já tinha visto homem canalha nesse mundo, mas esse! Trazendo a amante para o quarto da esposa!

Ele ignorou os berros, entrou debaixo do chuveiro e a deixou tentando acalmar as feras.

Quando saiu, ela já tinha controlado tudo. As crianças tinham se trancado em seu quarto.

- Como me deixa sozinha, falando com eles?
- Senti ciúmes...
- Mas são seus filhos!
- Senti ciúmes.
- Bem, acho que foi a última vez...
- Não diga isso. Como vou agüentar?
- Vamos ter que procurar outra maneira de termos tempo para nós.
- E eu ainda vou ter que dar um jeito de contornar o trauma deles. Ah... minha safada, minha gosto...
- Para de falar assim, eles podem ouvir.

A menina saiu do quarto, com a cara emburrada:
- Tenho prova de matemática amanhã. Se não for interromper, preciso que alguém estude comigo.

A mãe, carinhosa, foi para a cozinha e preparou um lanche para a família. Os filhos ainda tinham a cara emburrada.
Ela ria sozinha, tentando adivinhar o pensamento que morava na cabecinha das crianças [Minha mãe! Meu Deus! Onde esse mundo vai parar?].
Limpou a mesa depois da refeição, chamou a filha e foi estudar matemática.

O marido, encostado na porta da cozinha olhava aquela mulher. Via a mãe paciente, que tinha desenvolvido uma capacidade única de suportar berros e reclamações. Ele a admirava...

Mas pensava mesmo era em ter dinheiro e mandar as crianças para a Disney, e imaginar a cara dela quando ele mostrasse o chicote.

postado por: DANIELA DOMINGUES 11:14 AM


Quarta-feira, Maio 05, 2004

Correta - QUAL A FINALIDADE DE UM LIVRO?

Antes começar vou dar um panorama geral da minha situação:

Culpo-me porque não li tudo que podia ter lido na minha vida. Porque fui adolescente à toa ao invés de aproveitar oportunidades que tive, logo cedo, de expandir horizontes. Porque preferi fazer cara feia para os professores enfadonhos ao invés de prestar atenção naqueles que realmente ensinavam.

Hoje em dia, passeando pelos blogs, vejo tanta gente "culta" e fico correndo atrás de dicas de leitura, tentando entender os escritores russos que tanto citam, sonhando um dia ser tão articulada quanto todos, querendo aprender francês para poder entender citações em "livros importantes".

Não adianta. Por menos burra que eu seja - e não sou! - e por mais que eu capte rapidamente as coisas, nem com curso de leitura dinâmica [se é que funciona] eu vou conseguir me equiparar àqueles por mim admirados, por pura questão de terem [aproveitado] tempo à minha frente. E não falo de idade, alguns têm a minha idade [como o cara do Jesus me Chicoteia, onde comecei minha viagem pelos blogs] ou são até mais jovens que eu.
Mas mesmo assim, tenho dado menos importância ao que não sei e mais importância ao que tenho a aprender ainda. Porque gosto. E aí está a diferença. Antes, mesmo sendo curiosa, a preguiça ou a falta de incentivo me dominava.

Essa volta toda para dizer que, em muitos dos blogs de gente que admiro, li críticas ruins a respeito de Fernanda Young.

Não tenho Multishow em casa. Não conheço o trabalho dela num tal programa de entrevistas. Apenas conheço OS NORMAIS, aquele programa que passava na Globo semanalmente.

Uma amiga me emprestou um livro dela, A SOMBRA DE VOSSAS ASAS. Peguei o livro, e por não conhecê-la, torci o nariz. O tal preconceito...

Mas li o livro. Devorei o livro. Fiquei mexida com o que li no livro.

E apesar de ter me decepcionado com o humor nada fino de Os Normais, gostei e muito - do livro.

Eu não conheço nada de Fernanda Young ainda. Apenas um livro. E pode ser que quando conhecer melhor as obras da autora, ou quando a vir no programa que faz na TV Paga, eu tenha vontade de vomitar, como muitos têm por aí.

Ontem conversei com um amigo e perguntei: Qual a finalidade de um livro?
E ele me respondeu, na lata: Libertar!


A SOMBRA DE VOSSAS ASAS libertou choro, ansiedade, amor, dor, riso, e várias outros sentimentos.

Quanto à Fernanda Young, ainda não sei.

postado por: DANIELA DOMINGUES 11:39 AM




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